quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

O Conivente

Nos cercamos a cada dia de novas situações, de momentos de decisões, de provas que sempre nos trarão ensinamentos. Uma delas e muito importante é a de não ser conivente.

Ser conivente é fingir não ver algo acontecer, é não ajudar e não atrapalhar, simplesmente como se não estivesse ali naquele momento.

Tomemos como exemplo uma mãe e um filho traficante. A mãe que sabe que seu filho é um traficante de drogas e tenta ajudá-lo dando-lhe conselhos da boca para fora, sem impor, sem ter atitude firme, acaba sendo conivente.

Ela, ao permitir que ele trafique, permite também que ele se prejudique mais ainda ao fazer o mal ao próximo. Mas se ela o denunciar, ele irá para a cadeia. Que atitude tomar então?

A dor de momento é pequena se comparada com a dor futura daquele que foi conivente. O que hoje terminaria em prisão e uma lição importante para o traficante, no futuro poderá terminar em morte porque a mãe não o denunciou, ou poderá terminar no sofrimento de centenas de pessoas por causa do tráfico de drogas.

Nenhuma situação é fácil de resolver quando envolve pessoas que amamos, mas a melhor forma é a de se por no lugar de Jesus e procurar entender o que o mestre faria.

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