terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Seria o Amor Pertinente a Todos?





  É fácil amar quem nos ama, é fácil dar carinho e atenção para quem nos dá carinho e atenção, mas é muito difícil fazer isso com quem nem liga para nós.

  Pessoas boas merecem nosso amor, pois elas tem bons corações, fazem suas luzes reluzirem em nossos olhos, banham-nos com o brilho do sorriso. Não devemos maltratar e nem magoar os bons, pois eles não nos querem fazer o mal, devemos tentar sempre seguir seus exemplos e praticar seus atos de bondade.

  Mas as pessoas ruins necessitam mais ainda de nosso amor, pois elas, muitas vezes, nem sabem que estão erradas, acham que o que fazem é correto, não param para avaliar os limites entre elas e o próximo.

  Amar quem é ruim é dar-lhe a oportunidade de despertar para um novo caminho, de enxergar um sol de paz, de compreender que a vida é bela e justa.

  Se formos ásperos com quem é ruim, estaremos apenas sendo iguais em atitudes com eles, não nos fazendo melhor do que ninguém. Mas se formos bons com os maus, então estaremos exemplificando o ato de amar, mostrando a força do amor, dando condições para que essa pessoa, ruim muitas vezes pelos maus exemplos que recebera no passado, possa hoje sentir a vontade de se tornar uma boa pessoa.

  Bendido é aquele que tem luz no seu espírito, pois este clareia as trevas, mas mais bendito é aquele que usa a sua luz para iluminar os olhos dos cegos e guiá-los para os ensinamentos de Jesus.

  O verdadeiro amor não se faz somente com intenções, ele nasce nas intenções, mas se propaga nos atos, nos gestos bem intencionados que vem do coração e que tocam o coração alheio.

  Recebamos de braços abertos todos os nossos irmãos, bons, maus, indiferentes e a eles devemos doar o que temos, nada além disso e, se possível, não criarmos expectativas, pois não viemos para mudá-los, mas apenas para lhes ofertar o que temos de melhor.


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