quarta-feira, 13 de março de 2013

A Teia de Amor que Une a Humanidade


  Se a mãe ou o pai amasse mais um filho do que o outro, estaria este sendo correto? Seria isso bom aos olhos de Deus e de sua própria família?

  Observemos que há em algumas famílias a desarmonia do ambiente que costumeramente é causada pelo ciúmes, fruto da preferência de um mais do que a de outro.

  O que fazer nesta condição? Amai a todos igualmente!

  Deus nos criou capazes de amar a tudo e a todos, independente de suas qualidades boas ou ruins. Amar não é se apegar, não é querer estar 24horas ao lado de alguém, amar é libertar, educar, confiar e aceitar o seu próximo com as imperfeições que ele tem.

  Quem prende não ama. Isso é apego, muito cuidado. O apego ilude, causa dor e sofrimento, ciúmes e revolta, é mal conselheiro aos nossos ouvidos.

  O amor é sublime e eterno, não fere, perdoa, não prende, liberta, não privilegia, mas humildemente compartilha por igual.

  Amar não é sexo, não é desejo da carne. Por isso podemos amar a todos, sem necessariamente, nos relacionarmos com contato físico com todos. É possível amar o amigo, o parente, o conhecido e o desconhecido da mesma forma, tendo por ele(a) respeito, compaixão, sinceridade e boa vontade.

  Não nascemos para amar uma única pessoa, não temos porque sofrer por um único alguém. Somos feitos para amar a tudo e a todos. O Cristo é o nosso maior exemplo e Ele nos exemplificou que devemos amar desde os pequeninos até os rebeldes, desde os sãos até os loucos, desde os bons até os maus, desde os amigos até os inimigos.

  A dúvida que as vezes nos surge é: como amar o meu inimigo?

  Amar o inimigo não é felicitar-se em vê-lo da mesma forma que você o faz quando vê alguém querido. Seu coração jamais se exaltará pelo teu inimigo da mesma forma que o faz pela sua mãe, por exemplo. Mas amar o inimigo é não ter contra ele a mágoa, a raiva, o desejo de vingança. Amar é perdoar e tentar compreender que o teu inimigo é tão imperfeito quanto você e portanto precisa de ajuda. O ódio não vai ajudá-lo em nada. O perdão vai, pois exemplificará o amor de Deus dentro de nós.

  O exemplo da mãe interrogada sobre qual filho ela ama mais, foi apenas para que possamos refletir sobre nossa capacidade de doar amor a tudo e a todos, independente de quem seja e de como venha a participar de nossas vidas.


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