quinta-feira, 14 de março de 2013

O forte encontro da Onda com a Rocha




  A força nos fora concedida como instrumento de realização de nossos desejos e vontades. Usá-la sabiamente nos trará frutos de um esforço bem empregado, mas usá-la de forma incorreta acarretará em lamentações, dor e desespero.

  A onda é forte quando quebra na praia, se observarmos bem, ela pode destruir o que está no seu caminho e por isso é temida por todos. Mas ao empregar essa força de forma destrutiva, a onda não constrói nada de bom, pois sua força torna-se prejudicial, ela torna-se temida e todos tendem a afastar-se dela. Sua força então a deixa ali, sozinha, vivendo a ressaca do mar, curtindo a sua revolta.

  A rocha, por outro lado, usa sua força para resistir ao tempo. Firma-se no solo e enfrenta a situação sem nada prejudicar. Age como a fé inabalável que serve de exemplo para outros e que mostra ser próspero o caminho. A rocha é como a mão de Deus que nos circunda e nos protege de todo o mal, desde que nossa fé proporcione tal força.

  Quando a força da onda encontra a força da rocha é que temos então a resposta sobre qual força é a melhor empregada, pois a onda pode bater milhares de vezes na rocha e não e verá mudança alguma na onda que não seja o enfraquecimento de sua força, enquanto que a rocha que se aplica na força da resitência contra a onda tem sua forma lapidada pelo tempo e adquiri muitas vezes a beleza de ter resistido ao mar, ganhando curvas que a resplandecerá diante das outras rochas.

  É isso que conquistamos com a força quando empregada corretamente. Para tudo tem 2 caminhos, o bom e o ruim, cabe a cada um de nós discernirmos sobre o que é certo e o que é errado. Na dúvida, interroguei a vossa consciência pondo-se no lugar do Cristo com a seguinte pergunta: O que faria Jesus em meu lugar? A resposta é o melhor caminho dado por Aquele que é o nosso maior exemplo!


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