quarta-feira, 20 de março de 2013

Pensando ser juiz, na verdade você pode ser o réu


 Longe de cada um deveria estar o julgamento, até porque as imperfeições do ser humano são flechas apontadas para cada palavra julgadora que ele lança contra o seu próximo.

  Mas nem sempre conseguimos nos impedir de criar julgamentos e, quando o fizermos, temos que ter em mente que não conhecemos o passado, não conhecemos a vida anterior, não conhecemos as razões por completo, não estamos na pele de quem vivencia tal situação.

  Eis porque Jesus pedia para não julgarmos, porque o próprio Cristo sabia que seria julgado por tentar ajudar, por tentar amar, por tentar fazer o bem e somente conseguiríamos aceitar tudo de bom que Jesus nos ofertava se não o julgássemos pela sua pobreza, pela sua simplicidade, pela sua boa vontade para os imundos, pobres, doentes e na maioria das vezes pecadores.

  Devemos procurar deixar que Deus seja o nosso juiz, evitando assim um confronto direto com o nosso próximo, minimizando assim as desavenças causadas pelo julgamento. Todo aquele que busca compreender as dificuldades do seu próximo, acaba por compreender as suas próprias dificuldades, enxergando as suas próprias falhas e descobrindo que muitas vezes é igual ao seu semelhante que agora está errando, mas que amanhã poderá vir a acertar.

  Ao invés de julgarmos, ajudemos o nosso próximo a se tornar uma pessoa melhor, dando a ele bons exemplos assim como Jesus fez com todos nós, respeitando os que queriam ouvir e ver, compreendendo que cada um tem o seu tempo e que Deus sabe bem o que faz.

Nenhum comentário:

Postar um comentário