quarta-feira, 17 de julho de 2013

Quando não damos mais valor, podemos perder o que nos pertencia.


  A imaturidade do ser humano se deve ao seu orgulho em achar-se Deus e soberano, mais inteligente do que os outros, mais esperto e até mesmo mais merecedor do direito de viver. Um erro grave.

  O amadurecimento vem por vias um pouco difíceis, mas que nos trazem marcas importantes na pele e na alma para que sempre nos recordemos do que passamos. É verdade que "quem conheceu o fundo do poço, dá valor a água que bebe".

  Quando enfrentamos situações difíceis que nos permitem aprender a valorizar o que temos e o que somos, então amadurecemos de forma a aprender a lidar com situações semelhantes e a não cometermos os mesmos erros anteriormente cometidos.

  Vemos por exemplo um motorista imprudente, corre feito louco para chegar em casa mais cedo 1, 2, 5 minutos. Não faz juízo do ato insano que comete ao exceder o limite de velocidade das vias. Se acha o dono da rua e quer ter sempre a preferência. Se vê como um piloto, confiante sente que domina a máquina como sua escrava. Mas é apenas um tolo diante de tantos erros que comete. Quando um acidente ocorre e ele vê a sua vida e a de outras pessoas em risco, então se dá conta de tudo o que fez de errado, percebe que por causa de alguns poucos minutos ele poderia nem estar mais aqui conosco. Triste realidade que vemos a todo instante nas ruas.

  O rico esbanja seu dinheiro, gasta com qualquer coisa fútil, não dá valor ao que recebeu de Deus. É comum ouvirmos falar de alguém que ganhou na loteria e 1 ano depois já não tem mais nada, faliu. Essa pessoa erra porque não tinha maturidade o bastante para lidar com a fortuna, logo a perda de todos os bens lhe constitui valorosa provação para aprender que o que se ganha de Deus é para ser usado no trabalho e multiplicado em valor e dividido entre os que também necessitam dos recursos.

  Há muitos exemplos que se é possível listar, mas estes já nos esclarecem a importância de valorizarmos tudo ao ponto de não nos arrependermos depois do tempo, da vida e dos bens perdidos.

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