quinta-feira, 18 de julho de 2013

Uma união que vai além do sangue familiar


  As relações sanguíneas propostas para nós nesta encarnação referem-se apenas aos espíritos afins que mais se encaixam nas nossas necessidades evolutivas e que foram escolhidos antes do processo reencarnatório. As imperfeições em comum fizeram nascer valiosa oportunidade de progresso mútuo e por isso a união em um mesmo lar.

  No entanto, é preciso observar que no decorrer de nossa caminhada, encontraremos outros espíritos afins e que devido ao nosso progresso, podemos ter aqueles parentes de sangue que antes eram tão próximos, hoje afastados.

  Um exemplo disso é quando temos em comum alguns gostos, como por exemplo o da bebida alcoólica. Se no passado você bebia desenfreadamente, tinha ao seu redor muitos amigos e parentes que participavam de churrascos, de baladas e outros locais onde geralmente se consomem bebidas. Após decidir dar uma guinada em sua vida e parar com o vício do álcool que apenas lhe causava danos ao corpo físico e ao perispírito, além da atração de obsessores, você nota que as antigas companhias de bebedeiras vão sumindo.  É a afinidade agindo, pois um espírito que agora não ingere mais bebidas não tem mais a afinidade com outro que ainda está se drogando com elas.

  As vezes uma pessoa nova que entra em nossas vidas tem mais afinidade conosco do que alguém que possui laços de sangue. Eu mesmo tenho amigos que são como irmãos que eu nunca tive e você deve ter também. Essas afinidades entre amigos podem ser consequência até mesmo de uma convivência familiar de uma vida anterior.

  O importante mesmo é darmos valor às pessoas que nos amam e que convivem conosco, pois muito temos a aprender com elas e elas conosco, numa cooperação mútua de evolução moral, intelectual e material nesta vida abençoada que Deus nos concedeu.

Nenhum comentário:

Postar um comentário