sexta-feira, 6 de setembro de 2013

O antídoto para o veneno da ofensa é o silêncio do amor.


  Sábias palavras indicam na imagem que todo veneno faz mal somente se ingerido. A ofensa que nos é direcionada, pode ser aceita ou pode ser recusada. Cada um escolhe o que quer.

  Ao aprendermos a ignorar as ofensas, deixamos que o mal lançado em nossa direção, sob a forma de palavras ríspidas e afiadas, bata de frente com um escudo de proteção feito de luz que vem do coração.

  A ofensa é como um presente, o qual se recusado irá permanecer com quem o ofertava. Ora, se recusarmos a ofensa, ela não nos fará mal algum, mas é comum vermos as pessoas irritando-se com a ofensa e portanto aceitando-a como se fosse um presente. Ao fazermos isso, tiramos a nossa própria paz e nos desequilibramos diante da situação.

  Busquemos então não responder à ofensa, mas sim refletirmos sobre quão pobre atitude vem daquele que, em desequilíbrio emocional, atira flechas pela boca que poderiam ferir um coração desprotegido por viver longe dos ensinamentos de Jesus.

  Ao evitarmos responder às ofensas, estamos praticando a lei de amor e caridade, não agravando mais a discussão encalorada, além de evitarmos que nosso espírito absorva o mal que futuramente irá se transformar em doenças expelidas pelo corpo físico. Isso mesmo, quando sentimos raiva, ódio, inveja, ciúmes, nosso espírito se sente mal com tais pensamentos e como isso não provém de Deus, precisa ser expelido. Logo é pelo corpo físico que abandonamos tais pensamentos impuros e acabamos por gerar dores e doenças que nos trarão ao sentimento de inferioridade diante da divindade, ao ponto de nos prostrarmos com humildade e pedirmos perdão pelos nossos pecados.

  Não é porque alguém nos ofendeu que temos o direito de devolver a ofensa. Devemos aprender a amar as pessoas com as imperfeições que elas possuem e, se possível, ao invés de ofendê-las, auxiliá-las para que aprendam a conviver conosco em perfeita harmonia. Muitos ofenderam Jesus, mas Ele sabiamente não retrucava, apenas lançava um olhar simples de amor na direção daquele que era o seu ofensor.

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