quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Renúncia, a difícil arte de se espiritualizar.


  A renúncia é o exemplo máximo de libertação de tudo aquilo que pode nos ser prejudicial, afim de que nos aproximemos mais de Jesus.

  Ela pode ocorrer tanto no sentido material, quanto no sentido espiritual. Um ato sublime e que é reconhecido pela espiritualidade como uma grande prova de amor.

  A renúncia material ocorre quando abdicamos da luxúria, do supérfluo, do desnecessário para se viver. Como exemplo simples, podemos renunciar à compra de uma casa ou um carro novo, para então utilizarmos os recursos financeiros em prol dos que necessitem mais. Podemos renunciar à alimentação de carnes afim de privarmos nossos irmãos animais do sofrimento. E que tal seria deixarmos de comprar um celular novo para oferecermos ao próximo a alegria de ter o que vestir?

  Quem doa, também recebe. Os recursos financeiros nos abrem portas para a alegria nos corações sofridos. Ao evitarmos a alimentação animal, conservamos o corpo mais sadio, mais leve e há pureza no espírito menos culpado pela morte do pobre animalzinho. Esses são apenas alguns exemplos, pois existem diversos a serem aplicados.

  Na renúncia espiritual, vemos sempre o lado do coração. Podemos renunciar a momentos de lazer, afim de nos dedicar à caridade. Renunciar aos prazeres do sexo, afim de purificarmos o espírito no equilíbrio de suas energias. Renunciar à pensamentos negativos, afim de atrairmos somente coisas boas para nossas vidas.

  Ninguém renunciou mais do que Jesus, que não tinha bens materiais para viver e que conservava-se sempre em preces e meditações, refletindo sobre o que ia dizer, fazendo sempre o que lhe vinha ao coração, o bem sem nada querer.

  Todos podemos renunciar a alguma coisa na vida, bastando querer. Pensemos então em algo nesse sentido e nos esforcemos para que consigamos seguir os passos do grande Mestre Jesus!

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