domingo, 16 de fevereiro de 2014

As consequências do consumo do álcool.


  Entre um gole e outro, a ingestão de bebidas alcoólicas mesmo no caráter social, como é empregado por alguns, causa-nos muito mais problemas do que somos capazes de imaginar.

  Diversos processos "vampirizadores" surgem nos primeiros indícios de afinidade com o consumo de álcool. Mesmo que você não veja, lá estão eles, espíritos menos esclarecidos e ainda presos aos desejos materiais, necessitados de manter hábitos horrendos devido à invigilância e à falta de amor no coração.

  Estes pobre espíritos, nossos irmãos, fazem uso das baforadas do hálito que emana a pessoa ao ingerir uma bebida alcoólica, pois o espírito não pode mais beber e para saciar sua dependência química faz uso de um irmão encarnado. Essa afinidade de pensamentos que leva ambos encarnado e desencarnado a encontrarem na bebida um relaxamento ilusório, causa obsessões tristes e que induzem sempre o encarnado a um caminho perigoso.

  O espírito perturbado pelo desejo de sugar a sensação de consumo da bebida, intui o encarnado a ingerir cada vez mais, levando-o a um estado lamentável e de crescimento gradual.

  Enquanto a humanidade não assumir que a bebida alcoólica é uma droga, haverão sempre casos como esse, onde pais de família abandonam seus lares para ficarem horas nos bares na companhia de espíritos pouco amigáveis, onde mulheres bonitas perdem seus valores ao deixarem-se embrigar no líquido viciante e vexatório.

  A cura para tais processos de vampirização é levarmos Jesus para dentro do lar, no culto e estudo dos ensinamentos e exemplos do mestre, buscando achar na harmonia familiar um conforto e uma alegria muito melhor do que nas más companhias do bar. É preciso que o irmão que bebe tome a consciência do mal que lhe faz tanto ao corpo físico, quanto ao espírito e que o consumo do álcool atrai más companhias tanto encarnadas, quanto desencarnadas.

  Não é fácil essa mudança, pois não se pode forçar ninguém a mudar. Preciso é que aquele que bebe queira ser ajudado, para então conseguir encontrar o caminho da luz que lhe tirará destas trevas.

  Além do problema de obsessão que o álcool traz, devemos chamar a atenção para o mau exemplo para os filhos que crescem vendo o pai ou a mãe ingerindo algo que dizem ser prejudicial para a criança. Ora, se faz mal para o organismo de uma criança, por que há de fazer bem para o organismo de um adulto? Não percebem essas pessoas que cometem um suicídio inconsciente ao danificarem o fígado? Não percebem que os vexames e as mudanças de humor causadas pelo álcool lhes fazem agir de forma contrária à seus próprios princípios?

  Para combatermos a legião do mal que nos cerca e nos intui ao erro do consumo de tais drogas, precisamos buscar em Jesus a força para nos protegermos. Um lar que realiza o evangelho no lar, é um lar que é protegido. Um lar que não possui bebidas, é um lar que é muito menos atrativo para tais espíritos.

  Somos responsáveis por nossas atitudes e pensamentos, portanto, quem bebe, há de arcar com seus atos e principalmente há de se responsabilizar pelos que induz a participar das bebedeiras.

Nenhum comentário:

Postar um comentário